. . .
Deu formiga em minha cama..
Hoje é um dia comum.
Não acabou a guerra,
Não há um novo amor.
A solidão me conhece..
Vou tentando esquecer
Mas ela chega, me olha,
e estende a sua mão..
Então só resta lhe dizer:
Solidão, bom dia!
Abre a porta, pode entrar
Solidão, bom dia!
Abre a porta, pode entrar
Ninguém faz aniversário.
Não chegou o verão.
Nada de extraordinário.
É só a solidão..
A solidão aparece..
Vou tentando evitar.
Mas ela chega na hora,
Não é de atrasar.
Então só resta convidar.
A solidão telefona.
Eu tento não atender,
Mas ela deixa recado,
"Onde está você?"
Então só resta responder..
. . .
- Solidão, bom dia! (Kid Abelha)
Deu formiga em minha cama..
Hoje é um dia comum.
Não acabou a guerra,
Não há um novo amor.
A solidão me conhece..
Vou tentando esquecer
Mas ela chega, me olha,
e estende a sua mão..
Então só resta lhe dizer:
Solidão, bom dia!
Abre a porta, pode entrar
Solidão, bom dia!
Abre a porta, pode entrar
Ninguém faz aniversário.
Não chegou o verão.
Nada de extraordinário.
É só a solidão..
A solidão aparece..
Vou tentando evitar.
Mas ela chega na hora,
Não é de atrasar.
Então só resta convidar.
A solidão telefona.
Eu tento não atender,
Mas ela deixa recado,
"Onde está você?"
Então só resta responder..
. . .
- Solidão, bom dia! (Kid Abelha)



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